Em sua grande maioria, o ser humano na medida em que alcança suas necessidades materiais, começa a se despertar para a busca espiritual.
A escravidão moral está relativamente ligada ao apego dos bens materiais.
Enquanto estivermos engajados no trabalho teremos condições de elevar a nossa inteligência moral.
O trabalho é a essência da vida.
Lamentavelmente estabelecemos metas de conforto e estabilidade excessivas a fim de garantir o nosso "bem-estar", pois achamos necessário possuir um elevado número de bens materiais.
Iludimo-nos frequentemente nessa busca imaginando que o nosso ideal de vida é a garantia material. Porquanto nossa alma carece de alimento moral e saúde espiritual, somos forçados pela dor a dilatar a sensibilidade e a consciência, a fim de renovar os esforços contínuos e a dura disciplina para a reforma íntima.
Queremos facilidades sem imaginar que isso nos levará a escuridão e ao desespero por futilidades.
Desorientamo-nos por coisas mínimas, abandonando diariamente o desejado equilíbrio através de escândalos e lamentações entre as pessoas queridas.
Egoístas como somos nos lançamos ao pessimismo e azedume ao ponto de gerar desequilíbrio em nosso seio familiar. Ao passo que, em muitos casos, bastaria um momento de reflexão e calma para evitar conflitos e distúrbios emocionais.
Até que um dia o amor floresce dentro da gente.
Envergonhados de tantas atitudes infelizes recorremos à luz do entendimento moral, filosófico ou religioso, em busca de verdades e autoconhecimento.
Felizes os que admitem suas imperfeições e com humildade buscam a reforma íntima, não olvidando esforços para o bem comum. Pois só com muito trabalho e determinação alcançaremos o nosso destino de elevação espiritual, e põe trabalho nisso!

Legal este texto, Serena Dipitá. Espero poder ter a oportunidade de trabalharmos "together".
ResponderExcluirObrigada pelo comentário.
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