quarta-feira, 27 de julho de 2011

Sintonia



De uma maneira imperceptível nós ingerimos pensamentos. Nossa sintonia capta aqueles que nos são afins, permitindo a formação de uma grande corrente de pensamentos.

Somos o que pensamos?
Quando queremos influenciar alguém começamos a formar uma base de pensamentos e transmiti-los a quem desejamos. Bons ou ruins, a intensidade, a intenção do emissor e a sintonia do receptor permitem que uma comunicação se estabeleça.
O cultivo de bons pensamentos é a base para uma vida equilibrada.  Quando falamos que é bom estar perto de pessoas otimistas, quer dizer que é muito mais saudável conviver com gente assim, porque sentimentos positivos contagiam. E, por sua vez a reclamação e a vibração negativa nos fazem mal.
Como captar apenas as boas vibrações?
Elevando os nossos pensamentos, fazendo preces diárias, trabalhando em nossa reforma íntima, praticando a caridade, a tolerância, nos permitindo desenvolver uma maior consciência de nosso mundo interior, pois, só nos desenvolveremos depois que passarmos a compreender os nossos defeitos e qualidades, as nossas forças e fraquezas.
Independentemente de paradigmas, dogmas, religiões e filosofias, a elevação moral deve ser uma meta individual a ser alcançada.
Se tivermos aquilo que merecemos, seria válido refletir que acontecimentos, à nossa volta, poderiam estar relacionados às nossas vibrações do presente? Ou ainda, poderíamos refletir que tudo o que fazemos tem consequências e, elas virão em nossa direção, cedo ou tarde, conforme a lei da ação e reação?
Colhemos aquilo que plantamos ou que precisamos para amadurecer, mesmo que não consigamos, ainda, aceitar ou entender.
É bem complexo aceitar que podemos atrair tudo o que nos acontece, inclusive assumir a responsabilidade por eventos ruins. Mas, podemos nos permitir ao questionamento desses eventos, principalmente, se o resultado dessa reflexão ampliar a nossa compreensão, levando-nos a um sutil despertar.
Procuramos atender o nosso corpo físico e mental, todavia nos esquecemos do necessário alimento espiritual, porquanto nos deixamos acostumar com a nossa condição inerte e viciada à satisfação dos prazeres materiais.
Urge criarmos momentos de consciência íntima, pois ficamos tão suscetíveis às agitações do mundo, aos eventos de toda sorte que, nos esquecemos de criar o nosso espaço mental a fim de perceber o quanto somos vulneráveis e estamos aqui para aprender e evoluir, na sintonia que cultivarmos.

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