terça-feira, 2 de agosto de 2011

Esperança




Observamos que facilmente desistimos de lutar pelos nossos ideais e vacilamos em nossas obrigações. O esmorecimento, se não disciplinado, se faz presente quase todos os dias.

Complicamos em demasia alguns acontecimentos e, sem saber o que nos reserva, nos levamos pelos caminhos do desânimo, do desespero e da ingratidão.

A insegurança nos acompanha, e, analogamente, se compara à nossa fé. 
Diretamente proporcional aos desalinhos de nossa mente, o dissabor nos envolve fazendo-nos  despertar numa nova perspectiva.

As experiências vividas clamam por novos comportamentos e passam, muitas vezes, por um estado de dilação aos olhos dos que convivem conosco.

A renovação diária faz parte, embora não aceitemos essa condição fácil e sabiamente. As tribulações que nos acompanham nos fortalecem para uma maior compreensão de nossos relacionamentos interpessoais.

Estamos vivendo uma crise mundial na busca incessante de crescimento material, do acúmulo de bens, e de conhecimento, que, por vezes, nem sequer utilizamos. Não importa se o caminho que percorremos é o ideal, contanto que seja o mesmo que o da grande maioria.

Faz parte de nós a busca pela renovação, numa complexa caminhada de vivências. Todavia, não temos, ainda, o adequado discernimento para entender e aceitar as provações que teremos pela frente, necessárias à nossa evolução.
A esperança em Deus, em nós e no amanhã é o que nos sustenta.

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